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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Livros Jovens são Representativos?

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Vídeo post especial do blog de literatura Jovem Adulta (YA) e Nova Adulta (NA) "Na Minha Estante". Tema: Lista Jovens e Representatividade. 
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Vídeo opinião de Diário de uma Princesa Improvável:
https://youtu.be/7nlK5WOlSCI
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Debate sobre Whitewashing no Nem Um Pouco Épico:
- Parte Um https://goo.gl/dqvcpR
- Parte Dois https://goo.gl/tSyiZD
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Compre livros na Amazon e ajude o Na Minha Estante:
http://amzn.to/2lXD08a
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Music: http://www.bensound.com
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Livros citados:
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- Catching Fire (Em Chamas)
- O Beijo das Sombras
- White Cat (Gata Branca)
- The Lost Hero (O Herói Perdido)
- Química Perfeita
- Abandon (Abandono)
- Diário de uma Princesa Improvável
- Aristóteles e Dante descobrem os Segredos do Universo
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Clique no player abaixo para assistir:
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domingo, 4 de dezembro de 2016

Debate: Que tipo de Leitores nós Somos?

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Vídeo integrante do post especial presente no blog de literatura Jovem Adulta/Novo Adulto ''Na Minha Estante''.
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Clique no player abaixo para assistir:
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terça-feira, 15 de novembro de 2016

Debate: Como Avaliamos as Nossas Leituras?

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Vídeo integrante do post especial presente no blog de literatura Jovem Adulta/Novo Adulto ''Na Minha Estante''.
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LIVROS CITADOS:
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- O Beijo das Sombras
- Morto Até o Anoitecer
- Mentirosos
- Química Perfeita
- O Rei de Ferro
- Te Amo, Te Odeio, Sinto tua Falta
- Sangue e Chocolate
- 3 Metros Acima do Céu
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Clique no player abaixo para assistir:
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quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Debate: Clichês literários, uma declaração de amor

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Vídeo integrante do post especial presente no blog de literatura Jovem Adulta/Novo Adulto ''Na Minha Estante''.
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LIVROS CITADOS:

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- Harry Potter e a Pedra Filosofal

- O Ladrão de Raios
- Jogos Vorazes
- Divergente
- A Mediadora: Terra das Sombras
- Gata Branca
- Desaparecidos
- Academia de Vampiros: O Beijo das Sombras
- Anna Vestida de Sangue
- Amor em Jogo
- A Aposta
- The Duff
- O Amor está no Ar
- Crepúsculo
- Calafrio
- Boomerang
- Química Perfeita
- A Ovelha e o Dragão: Os Escolhidos
- A verdade sobre nós

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Clique no player abaixo para assistir:
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domingo, 2 de fevereiro de 2014

Debate: Sobre o valor de Rony & Hermione...

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Sabe, eu sou uma pessoa meio lenta quando acordo. Geralmente, tendo a ver, ou escutar, coisas estranhas dos mais variados gêneros - tudo por culpa do sono. Mas eu sei quando estou alucinando ou não... Por isso, a última coisa que eu estava esperando ao abrir o meu navegador da internet hoje pela manhã, depois de uma longa noite de sono, foi ler a seguinte notícia:
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''J. K. Rowling questiona relacionamento entre Rony e Hermione''
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Confesso que eu precisei parar por um minuto, ir no banheiro jogar um pouco de água no rosto e tomar meu café da manhã para ter certeza de que não estava tendo uma alucinação matinal. Mas não, como eu imaginava, eu não estava. E, naquele momento, os mais variados tipos de pensamentos me tomaram de assalto, desde o simples ''O quê?!'' até o complexo ''Que m*rda esta mulher bebeu, fumou, cheirou e injetou?!''.
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E isto foi só a minha reação ao ler a manchete! Então, imagine quando eu li o restante da declaração divulgada, que eu queria - e eu quero, eu torço, eu estou orando até agora, de verdade - para que fosse uma mentira das boas, mas que infelizmente parece que vai sair na integra na próxima edição da revista ''Wonderland'' - cuja editora especial convidada foi a atriz Emma Watson (a Hermione da série cinematográfica, e a entrevistadora de Rowling no caso em questão)...
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quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Desabafo: Um Adeus à ''Estilhaça-Me''

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Não era para o primeiro post do mês de dezembro ser assim... Não era mesmo. Sendo esta a minha época favorita do ano, eu queria que o blog só tivesse o clima festivo do Natal e do Ano Novo que eu tanto adoro (e como eu pretendo que seja, a partir do próximo). Mas este definitivamente não vai ser o mais festivo de todos. Yeah.
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Olhando de forma superficial, pode parecer uma declaração ''engraçada'' ou até mesmo ''boba'', mas infelizmente não é... Pelo menos, não para mim. Hoje, comecei a listar as minhas resoluções de Ano Novo, e a primeira delas não é das melhores.
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''E qual seria?'', sei que vocês se perguntam. E eu respondo, sem mistério algum: Não irei continuar a acompanhar a série ''Estilhaça-Me'', da Tahereh Mafi.
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O motivo? Bom, o ponto de vista da Mafi - a autora e criadora de tudo - sobre um personagem em questão da história. A forma como ela o retrata, como ela conduz o leitor a se simpatizar com ele (mesmo com TODOS os defeitos que ele tem e não faz questão de esconder) me desagrada. E ela consegue convencer a maioria dos leitores graças a sua escrita (ponto este que NUNCA vou discordar, pois é única...).
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Porém, acho que a mensagem que ela tenta transmitir com esta série é totalmente deturpada, de verdade, e isto me irrita profundamente. Foi algo que não me agradou nas histórias subsequentes da saga, e que vejo voltar a se repetir com o lançamento de ''Fracture Me'', o conto pelo ponto de vista do Adam.
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quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Debate: Sobre ''Renegar as Origens''...

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Faz muito tempo que eu não escrevo um post ''debate'' aqui no blog, mas vocês sabem que só me sinto à vontade para fazer isto quando um assunto realmente me instiga. Nos últimos tempos, até que surgiram alguns temas no universo literário que me deram aquela ''coceirinha'' de argumentar, mas logo ela passou e eu achei melhor deixar para lá. Mas eis que hoje eu abro o meu navegador da Internet, e encontro a seguinte nota:
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"Já superei a saga Crepúsculo'', diz escritora Stephenie Meyer.
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Para mim, que acompanho a autora desde o primeiro livro da série, a declaração não foi surpresa nenhuma. Não é de hoje que vejo ela reforçar em tudo quanto é lugar que não pretende mais escrever livros sobre vampiros, que Midnight Sun não vai sair e que ela nunca mais tocou nele desde o seu vazamento, que não vai ter uma série sobre Jacob e Nessie (sorry se isto for um spoiler para você, mas acho que todos os interessados já sabem disto né?!), que ela está focada em outros projetos e etc. Só que parece que só eu levei este simples comentário na normalidade.
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quarta-feira, 10 de abril de 2013

Debate: Why So Serious?!

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Nossa, faz bastante tempo que eu não me sento em frente ao notebook para escrever um post debate aqui para o blog. Em parte por pura procrastinação (algo péssimo que eu faço sempre, mas reconheço), e em contraparte por quê não encontrei nenhum tema bom de verdade que me levasse à trazê-lo para vocês.
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Bom, pelo menos até agora.
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No domingo à noite, eu recebi uma mensagem privada no Youtube de uma pessoa que assistia ao meu canal, e nela o inscrito (ou ''ex'', eu realmente não sei) dizia que não acreditava que alguém como eu (???) pudesse indicar para as pessoas livros da Meg Cabot. Como exemplo, ela citou a série ''Cabeça de Vento'' - onde a premissa básica é de uma adolescente que sofre um transplante de cérebro e vai parar no corpo de uma supermodelo famosa - e comentou a seguinte frase: ''Este livro é tão ruim, que um cientista morre toda vez que alguém afirma que gostou dele''.
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Minha reação - padrão - ao ler a frase acima...
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Eu tentei interpretar este inbox de mais de uma maneira diferente, mas todas me levaram para a mesma conclusão que tive quando li o texto pela primeira vez. Bom, alguém não gostar de um livro da Meg não é surpresa nenhuma - afinal, gosto é gosto. Mas o que me deixou espantado de verdade foi o fato da pessoa tentar levar uma história como ''Cabeça de Vento'' à sério, cuja a sinopse é nonsense por natureza.
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E isto me levou à pensar: até que ponto as pessoas levam os livros que leem à ponta da agulha?
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Vejam bem, eu sou fã da Meg. Mesmo assim eu reconheço algumas escorregadas da autora, vide a minha reação à ''Abandon'' e à série ''A Garota Americana''. Mas, ainda levando em consideração os livros da autora que eu gosto de verdade, eu não consigo levá-los tão à sério assim. Pois é uma característica dela mesmo, de contar histórias meio debochadas e sem-noção, com o seu toque sempre bem humorado e despretensioso - algo que a própria Cabot afirma e nunca fez questão de negar. 
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Por isso, ver alguém que esperava uma obra quadradinha e totalmente técnica vindo de uma autora como a Meg Cabot me chocou de verdade. Pois, vejam bem, eu não veria problema nenhum se ele dissesse que considerou o livro ruim pois achou a escrita fraca, ou os personagens bobos, ou que a história não o conquistou... Isto é um direito do leitor ao comprar um livro. Ponto final (e que se dane os fãs hardcore e xiitas). Eu fiquei - como posso dizer - acabrunhado foi com a mensagem implícita no comentário de que apenas livros pretensiosos podem ser considerados bons.
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Afinal, qual é o problema de um livro que ri de si mesmo e não quer mudar o universo da literatura?
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Britney, assim como eu, também não entende o problema disto...
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Eu não vejo nada de mal nisto. Para falar a verdade, eu acabo gostando muito mais de uma história de fantasia ou sci-fi, quando percebo aquele toque onipresente e quase invisível de que nem o próprio autor está levando aquilo tudo ao pé da letra. Tipo Rick Riordan. Com sinceridade, até me irrito ao ver pessoas levando tão à sério romances que são feitos puramente para entreter e divertir o leitor. Não é nenhum crime. Muito pelo contrário... E isto me leva à perceber que muita gente vai ler um volume, e não percebe qual é o verdadeiro propósito da trama - e isto sim eu acho uma atrocidade.
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É como, por exemplo, espinafrar os vampiros de Crepúsculo por eles brilharem e não terem presas, como nas lendas antigas e nas histórias de horror mais tradicionais. Um livro juvenil cuja temática e o foco é o romance dos protagonistas. Eu sempre tenho vontade de gargalhar quando alguém quer argumentar que o livro é ruim apenas por isto, pois é algo tão intangível que chega à não ter nexo. É só ler uma entrevista da própria Stephenie Meyer para perceber que a intenção dela nunca foi ser uma expoente do gênero, e muito menos que considerassem as suas histórias como um clássico moderno.
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Às vezes (ou quase sempre, na verdade) eu acho que as pessoas se esquecem que nem todo livro tem o mesmo objetivo. Assim como um romance pode ser introspectivo e levantar questões sérias sobre a relação de um casal e do seu impacto na natureza humana, outro pode simplesmente ser uma história engraçada e bonitinha das idas e voltas de duas pessoas apaixonadas. A grande diferença está no tom em que o autor busca para a sua história. E isto ocorre em todos os gêneros: policial, suspense, terror, fantasia, sci-fi... Cada livro tem seu foco. Você, eu, qualquer um pode achar o livro uma porcaria por seus personagens, por sua narrativa, ou até mesmo pela sua não identificação (ou a falta de uma construção adequada) pela trama apresentada. Mas só por que ele não se encaixa nos padrões convencionais que você acredita serem os corretos, não signifique que  necessariamente ele seja ruim.
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Elementar, minha cara ''Watson''... #TrocadilhoFail
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Querer levar tudo o que ler à sério, o tempo inteiro, não é saudável. Muitas vezes, aquele livro foi feito para você simplesmente se divertir. Sem pretensões. E o que você pode achar ''sem sentido'', na verdade é o grande charme dele e o que faz que vários outros leitores acabem gostando do mesmo. Afinal, como diria o sábio Coringa: Why so serious?!
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ps: Mas se um livro - de qualquer gênero - se leva à sério, mas não faz sentido nenhum em seu contexto... Aí sim é um problema. Só que isto já é uma outra história. '')

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Debate: Sobre Livros Bons e Ruins...

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Depois de mais um breve recesso, aqui estamos nós novamente (Cantarolando Here We Go Again...). Com o fim das minhas férias, várias provas na faculdade e outras ''cositas mas'', eu meio que fui obrigado à ficar em Off aqui no blog. Mas, como vocês devem saber, eu sempre volto no final. E eu voltei, of course!
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Mesmo estando menos plugado do que eu gostaria, nas últimas semanas eu venho acompanhando o crescimento considerável na blogosfera de textos sobre o que é ou o que não é literatura de qualidade e, principalmente, sobre o que as pessoas deveriam ler e o que elas deveriam jogar em uma fogueira. Quem me conhece sabe que eu sou bastante passional quando o assunto são livros... então, sim, muitas vezes eu senti os meu dedos coçarem diante de alguns comentários. Mas como eu tenho MUITA preguiça (#Sempre ela, né?!) de gente que se acha ''A Pessoa Mais Cult-Inteligente-Superior-Bad Ass do Mundo'', eu resolvi apenas me segurar e fazer um Debate aqui no blog. Yeap, eu #SouDesses!
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Este gif demonstra um décimo das minhas reações enquanto lia algumas opiniões...
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Para se ter uma idéia, o título original deste post seria ''Sobre Livros Chamados de ''Fúteis'', Clássicos, Falsos Bad-Ass e Pseudo-Cults'' - o que demonstrava bastante o que eu estava sentindo, mas simplesmente era enorme e inviável. Assim como o próprio texto, que foi praticamente digitado em fluxo de pensamento, e  com certeza vai estar cheio de imagens que eu surrupiei peguei emprestado de outros blogs e tumblr's, mas vão transmitir exatamente tudo o que estou pensando.
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Então, para começar esta nossa pequena odisseia no maravilhoso mundo dos livros de ''entretenimento'' e seus queridos Odiadores, vamos apenas estabelecer uma coisa: Eu gosto de clássicos. Gosto mesmo. Se eu me interessar pela história, não importa em que época ele foi escrito, eu leio mesmo! É claro que eles exigem uma bagagem maior do leitor, é lógico que eles possuem uma escrita muito mais elaborada e é fato que eles são indispensáveis... Mas eles não são os únicos. E nem te fazem uma pessoa melhor/adulta/mais esperta só por ler eles.
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O que me irrita profundamente, e foi o que me motivou à escrever este debate, é ver pessoas que estão mais habituadas à lerem livros Clássicos ou livros mais Conceituados se considerarem superiores a qualquer outro tipo de leitor e condenar toda uma gama de livros ''mais comerciais'' por não atender às suas necessidades. Este tipo de visão elitista e pseudo-cult me parece tão arcaica, e em alguns casos me parece tão forçada, que eu simplesmente fico com preguiça de ''conversar'' com uma pessoa assim. Pois, ou ela tem uma visão muito limitada do mundo ou é tão reacionária que nem a família dela deve a aguentar.
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Minha resposta para quando um Elitista começa a falar...
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Em um país cujo o mercado editorial começou a crescer só à poucos anos, ver pessoas lendo um livro que esta gente considera um ''Detrito Comercial Literário Pegajoso e Tóxico para a Sociedade'', para mim, já é uma vitória. Eu simplesmente vibro quando vejo alguém andando com um livro aleatório à tiracolo no meio da rua. Não importa se é auto-ajuda, de banca ou um best-seller mal avaliado pelos críticos. Dou pulinhos - literalmente - quando me deparo com um pavilhão lotado de pessoas em busca de histórias novas. São estas vitórias que eu comemoro, e que estas pessoas ''tão cultas'' fazem tanta questão de desmerecer.
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Pois, por mais triste que isto possa parecer, Clássicos e livros Conceituados - por melhores que sejam - não atraem novos leitores. Para se ler um, entender e apreciar como um todo, é preciso ter o mínimo de prazer na leitura. E é este o principal papel dos livros ''Pops'' (como o Márcio, do blog Marcinhow e os Livros, os chama - e que eu simplesmente acho genial). São eles que fazem o papel de ensinar a pessoa à dar os primeiros passos no mundo da literatura, criar um elo com as tramas escritas no papel e com todos os personagens que surgem.
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Pseudo-Cult, a verdade bate em sua porta...
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''Tá'', você elitista pode me responder, ''mas tem gente por aí que já gosta de ler fazem Éons, e nem por isso pegaram um Machadão ou um Dickens!''. Aí eu rebato: ''E quem falou que elas PRECISAM ler eles?!''. É claro que, quanto mais livros abrangentes você ler, mais conhecimento você adquire. Mas, se uma pessoa não tem a mínima vontade de ler uma obra de Jane Austen, ela não tem a obrigação de correr atrás dela. Eu acho, só acho, que uns 75% dos novos leitores pegam um volume por que estão curiosos com as possibilidade que eles oferecem, não por que querem se tornar Acadêmicos e provar algo para alguém. Os outros 25% são pessoas que se enquadram nas alternativas anteriores (ou só se interessam por modinhas, mas isto é uma outra história...).
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E isto me lembra que, em um desses comentários, a pessoa fez uma comparação que eu achei tão #Fail que é digna de ser citada aqui. Segundo ela, se ''alguém já sabe andar de bicicleta, por quê deveria continuar o caminho à pé?''. Bom, por que elas gostam - e isto é óbvio! Quem disse que uma pessoa que lê livros ''descartáveis'' (eu ODEIO este termo, é sério) não pode sentir o mesmo prazer que uma pessoa que lê José Saramago sente?! Afinal, isto aqui NÃO é uma competição para provar quem é ''In'' ou quem é ''Out''. Estamos falando de gostos e, como diz o ditado, isto não se discute! O que vale ressaltar que não é política da Boa Vizinhança coisa nenhuma, como alguns podem esbravejar por aí. É um direito de todos. Ponto Final.
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Para você ver o charme de um livro, ele não precisa ser aclamado pela crítica muito menos ser o objeto de estudo de um conceituado catedrático de Letras. Basta ele te agradar. Te prender do inicio ao fim. Simples assim. Não importa se é a Saga Crepúsculo ou O Morro dos Ventos Uivantes... Quem está se conectando com aquele universo é você, então não precisa sentir vergonha. 
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Viram, até o Haymitch, que passa 24h do dia bêbado, sabe disto! 
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Vejam bem, eu sou do tipo de pessoa que acredita que cada leitor tem aquele livro que foi feito para ele. Eu sou do tipo escapista, que gosta de se desligar da realidade e viver em um outro mundo... Dezenas de Jovens-Adultos, Infanto-Juvenis e até mesmo alguns adultos (tanto Sobrenatural quanto Contemporâneo) se enquadram neste quesito. Mas isto não significa que eu também não tenha meus momentos de ler um Drama, um Clássico ou um livro mais ''cabeça''.
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O que é ruim para mim, pode ser ótimo para o próximo, e vice-versa. Não deixe que estas pessoas ''tão inteligentes'' tirem estas oportunidades de você. Não acho que exista livros bons e livros ruins... Todos eles tem o poder de  passar um sentimento positivo e determinado para um pessoa certa, nem que seja uma só. Ás vezes, aquele livro que a maioria considera uma bosta faça a diferença na vida de um único leitor. E é aí que reside a mágica. E, sim, ela pode estar presente em um ''House of Night'' da vida (uma série que, por sinal, eu não passei do primeiro livro). 
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É claro que não podemos rebaixar a qualidade de um livro Consagrado para defender os livros mais comercias. Mas, a verdade é que nenhum deles são unânimes quando o quesito é charme. E como eu já disse, isto não tem nada a ver a qualidade de um texto. O que eu acho é que existem livros que foram feitos para um determinado grupo, e outros construídos para agradar à uma outra parcela dos leitores. Basta você escolher em qual momento você está - e se quer continuar nele.
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Eu tenho orgulho SIM dos livros que eu leio, e de todos os outros que já li. Falo que gosto de livros jovem-adulto sobrenaturais e contemporâneos  sem nenhuma vergonha. E você?!

segunda-feira, 5 de março de 2012

Debate: Jogos Vorazes vs. Battle Royale

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Então, desde o nosso último encontro por intermédio desta coluna, venho pensando em vários assuntos para colocar na roda. Foram muitos mesmo, e só de imaginá-los daria para manter o blog atualizado até o meio do ano! Mas, sempre que eu tentava colocar para fora o que eu estava pensando, nenhum deles me pareciam corretos para levantar a pauta no momento... Foi quando março finalmente começou, e um clima distópico tomou conta dos ares da blogosfera literária - graças à iminente estréia da adaptação de Jogos Vorazes nos cinemas.
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Sim, a euforia toma conta das ruas (menos, Henri, bem menos...). Tanto nos blogs sobre literatura jovem, quanto em sites sobre Cinema, no twitter, no Facebook ou no falecido e quase enterrado Orkut, não se fala em outra coisa. E não seria por menos - o marketing do filme nestas mídias sociais está pesado. Só que, com as luzes dos holofotes sobre a série de Suzanne Collins, um velho assunto mais uma vez vem à tona e enchem a tela dos nossos PC's com a seguinte questão: Seria Jogos Vorazes uma versão americanizada e menos ''violenta'' que o romance japonês Battle Royale?!
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Este assunto meio que já surgiu por aqui no nosso último ''Da Estante Para as Telonas'', cujo o foco foi justamente a adaptação do livro de Koushum Takami. E, assim como eu disse na ocasião, volto à repetir: Não, eu não acho que Jogos Vorazes seja parecido com Battle Royale. O universo dos dois podem ser o mesmo, mas a trama que move as histórias não é. Como eu bem expliquei no outro texto, HG fala principalmente sobre o conflito e a eterna luta entre classes e a alienação de uma sociedade em prol de uma minoria, enquanto BR aborda a falta de comunicação entre as gerações, a perda da autoridade dos mais velhos e do controle sobre os mais jovens.
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Isto deveria ser tudo, mas a discussão sobre o sucesso de um e o negligenciamento do outro (esta palavra existe?!) fica mais ferrenha à cada dia que passa. Os fãs da obra de 1999 acusa a mídia de ''virar a cara'' para a verdade, que - segundo eles - é que The Hunger Games é uma versão mais pueril do mundo sádico da Lei de Reforma Educacional do Milênio. Já os fãs da trama da Menina do Tordo faz vista grossa, e afirma que as acusações do primeiro grupo são infundadas, e que as duas histórias são completamente diferentes.
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Bom, se querem saber a minha opinião, eu acho que os dois grupos estão completamente errados. Não tem como negar que Jogos Vorazes tem sim suas semelhanças com Battle Royale (principalmente quando o foco é o Mangá, que é a base de muitos fãs do filme de Kinji Fukasaku, mas que - por muitas vezes - toma grande liberdade na hora da adaptação, o que acaba se distanciando um pouco do livro que deu origem aos dois). Mas também não dá para afirmar com tanta convicção que a americana leu a criação do escritor oriental e suavizou um pouco as coisas para o seu público... 
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Se formos seguir esta linha de pensamento, qualquer livro/filme/seriado que tenha jovens se enfrentando em um torneio mortal seria um plágio de Battle Royale. Querendo ou não, esta base é muito recorrente em romances e contos, devido ao grande interesse e clamor histórico que os duelos de Gladiadores da Roma Antiga e as Justas Medievais sempre geram, e sempre irão gerar. E isto não esta presente só nas distopias jovens. Podemos citar também como exemplo o episódio do covil do Jabba em Star Wars, e até mesmo o Torneio Tribruxo de Harry Potter e o Cálice de Fogo (que, para quem não sabe, é o meu livro favorito da série. Coincidência?! Eu acho que não...). 
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Na verdade, a grande inovação que Suzanne Collins e Koushum Takami fizeram foi justamente unir este tema já arraigado na imaginação popular ao mundo moderno, aliado com a crítica política que uma distopia pode se propor à fazer. E nem isto é lá muito original, já que os dois bebem - e MUITO - de uma fonte bastante conhecida por todos, que é o romance 1984, de George Orwell, cujo o tema é o totalitarismo de um governo ''imaginário'' (sim, entre aspas, não é peeps?!) e a alienação de uma população.
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E isto nos trás a toda ironia da questão... Quem diria que duas obras cujo um dos temas é justamente a alienação do povo, poderia formas umas das fanbases mais alienadas de toda a história?! Pois, sim, eu me tornei fã dos dois universos. Mas não posso negar que tentar entrar em uma conversa racional com os dois grupos é quase que pedir para ser executado em praça pública pela Capital e pelo Exercito da República. E isto não se resume somente aos fãs das duas distopias... Quem me segue no twitter já me viu reclamando bastante sobre os xiitas-superiores de Harry Potter, as fangirls enlouquecidas de Crepúsculo e os pseud0-cults dos livros do John Green. Se formos reparar bem, o mal destas discussões todas se encontram justamente nestes grupos de fãs. E isto explica um bocado por que eu nunca entrei para nenhum fã-clube em toda a minha vida...
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O que eu gostaria de exaltar, e acho que meio que perdi o foco ali em cima, é que obras como Jogos Vorazes e Battle Royale deveriam estar acima desta confusão toda de quem nasceu primeiro, quem copiou quem e quem manda um ''Twilight Sucks'' melhor que o outro (Esta última, por sinal, uma manifestação hiper desnecessária. Mas isto fica para um próximo debate...). Principalmente devido à toda crítica embutida neles sobre o pensamento pequeno e reacionário. Mas o que poderíamos fazer, não é mesmo?! O ser-humano é uma criatura implicitamente passional. E quando o assunto em questão são as nossas paixões, sempre vai ter alguém que vai perder a linha e te fazer sentir Vergonha Alheia.
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Mas e aí, o que você acha sobre esta disputa?!

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Debate: Em defesa de Nora Gray

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O post de hoje era para ser uma resenha sobre o filme de Battle Royale, que eu vi durante a minha leitura de Em Chamas e que continuaria mantendo o clima de ''distopia'' por aqui... Mas, quem me segue no Twitter, sabe que eu tive outra ideia para um outro post ao mesmo tempo, e isto simplesmente me impedia de continuar a escrever sobre o primeiro. Enfim...
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Quem me conhece, sabe que eu tenho uma certa pré-dileção para defender os mais ''fracos'', não é mesmo? Sei lá, acho que meio que herdei isto da minha família... Mas o que importa aqui é que eu não consigo simplesmente ver alguém ou algo atacar alguém ou algo que não pode se defender, que o meu sangue começa a ferver. E isto é em tudo: no mundo real. No mundo dos filmes. No mundo da música. E no mundo dos livros, é claro.
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Eu já dei ''piti'' por causa de briga de fãs de Harry Potter versus Crepúsculo, já desabafei sobre o que eu acho de quem gosta de curtir com a cara do Nicholas Sparks para dar uma de cool, entre várias outras coisas. Mas eu nunca fiz isto oficialmente. Quero dizer, teve aquela resenha de Amanhecer nos primórdios do blog. Porém, acima de tudo, era uma resenha, não debate.
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Foi por isto que eu decidi criar este post. Para debatermos sobre as ''discussões'' que estão em voga na blogosfera literária. E, neste nosso primeiro encontro aqui, eu decidi levantar a minha plaquinha de advogado de defesa em prol de uma das personagens que eu mais tenho visto sendo injustiçada nos últimos tempos. E o nome dela é Nora Gray.
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Acho que todos aqui devem conhecer a Nora, mesmo que superficialmente, não é mesmo?! Sim, ela é a menina que conta a história da série Hush Hush. E ela também é a namorada de Patch, o anjo Caído. Mas não estamos aqui para falar dele. Até por quê, parece que o problema é com ela. 
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Mesmo sendo dona de uma personalidade forte e não ter medo de  procurar entender o que está acontecendo com a sua vida, parece que um certo grupo de pessoas (leia-se blogueiros e alguns seguidores) não conseguem se simpatizar com a garota. Simplesmente, a taxaram de chata. E Bella Swan Wannabe (o que, por si só, eu já acho um disparate completo...). Quando perguntamos de onde eles tiraram esta conclusão, a resposta é simples: ''Ela é paranoica e sempre se mete em confusão''.
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Bom, vamos entrar no contexto da trama... A Nora namora um anjo Caído. Ela vive em um mundo onde estes seres vivem praticamente em guerra com Nefilins e são perseguidos por Arcanjos. Sem falar que já tentaram mata-lá diversas vezes. Se eu estivesse no lugar dela, acho que teria enlouquecido... Mas a Nora não enlouqueceu, muito pelo contrário. Ela enfrenta este universo estranho e perigoso de peito aberto. Por isso eu dou o direito à ela de ser paranoica.
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Em ''Crescendo'', acusaram a garota de ser ciumenta e ter crises adolescentes... o que com certeza dever ser uma aberração, mesmo se levarmos em conta que ela tinha 16 anos! Eu já disse isso na resenha do livro, mas repito: Atire a primeira pedra quem nunca teve uma crise ridícula de ciúmes na adolescência. Me parece que as pessoas simplesmente se esqueceram de como eram quando tinham menos idade. E nem vou entrar no mérito que ela estava na razão de se sentir assim. 
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Acho as atitudes da garota completamente plausíveis, sem falar que ela é uma personagem muito dentro do normal - sem ser sonsa e princesinha demais ou ''Bad Ass'' além do limite do aceitável. Apenas normal. O que parece ser algo horrível para muitos. Eu me identifico muito com ela justamente por isto. Ela toma decisões que você para e pensa: ''é, se eu estivesse no lugar dela, faria a mesma coisa''. E é por isso que eu à acho forte.
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Poderia muito bem ficar aqui e continuar a minha defesa, mas acho que já disse os pontos principais. Sinceramente, eu tenho duas teorias para a reprovação da Nora ser tão grande... A primeira, envolve esta necessidade doentia que muitos tem de ler livros sobre heroínas altamente idealizadas, cheias de tiradas sarcásticas, e mãos e pés à postos para chutar algumas bundas. Não me levem á mal, eu gosto deste tipo também... Mas elas não são as únicas neste mundo, não é mesmo?! A minha outra teoria é um pouquinho mais controversa, mas vou expor mesmo assim. Como a Evellyn bem disse uma vez, as garotas simplesmente não gostam da Nora por que ela namora o Patch.
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O que é ridículo, estranho e doentio - tudo ao mesmo tempo!
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Bom, a razão para esta onda hater pode não ser nenhuma das duas que eu citei acima, mas eu continuo não entendendo o por quê de tanto ''ódio'' pela garota. Eu, de verdade, gostaria de decifrar este enigma. Por isso, agora, eu pergunto para você: O que você acha da Nora Gray?! Por quê acha isto?! 
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E o mais importante: De que lado você está?! (Rsrsrs).

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