quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Desabafo: Um Adeus à ''Estilhaça-Me''

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Não era para o primeiro post do mês de dezembro ser assim... Não era mesmo. Sendo esta a minha época favorita do ano, eu queria que o blog só tivesse o clima festivo do Natal e do Ano Novo que eu tanto adoro (e como eu pretendo que seja, a partir do próximo). Mas este definitivamente não vai ser o mais festivo de todos. Yeah.
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Olhando de forma superficial, pode parecer uma declaração ''engraçada'' ou até mesmo ''boba'', mas infelizmente não é... Pelo menos, não para mim. Hoje, comecei a listar as minhas resoluções de Ano Novo, e a primeira delas não é das melhores.
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''E qual seria?'', sei que vocês se perguntam. E eu respondo, sem mistério algum: Não irei continuar a acompanhar a série ''Estilhaça-Me'', da Tahereh Mafi.
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O motivo? Bom, o ponto de vista da Mafi - a autora e criadora de tudo - sobre um personagem em questão da história. A forma como ela o retrata, como ela conduz o leitor a se simpatizar com ele (mesmo com TODOS os defeitos que ele tem e não faz questão de esconder) me desagrada. E ela consegue convencer a maioria dos leitores graças a sua escrita (ponto este que NUNCA vou discordar, pois é única...).
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Porém, acho que a mensagem que ela tenta transmitir com esta série é totalmente deturpada, de verdade, e isto me irrita profundamente. Foi algo que não me agradou nas histórias subsequentes da saga, e que vejo voltar a se repetir com o lançamento de ''Fracture Me'', o conto pelo ponto de vista do Adam.
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sábado, 30 de novembro de 2013

Lista: Continuações Desnecessárias

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Hoje em dia, fica cada vez mais difícil ler um livro ''jovem adulto'', ou mesmo ''novo adulto'', que não faça parte de uma série. 
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A situação é sempre a mesma: Você pega ele para ler, acha que a história foi contada completamente no volume, e - quando vai cadastrar o romance no Skoob, ou até mesmo no Goodreads - descobre que ele é o primeiro de uma saga milenar e gigantesca, divida em mais de 1.846 partes, que conta com contos, novelas e afins. Aí você se descabela e começa à ficar desesperado, por já ter mais de 2.000 séries inacabadas na estante e, mesmo quando não acha a trama aquilo tudo, a curiosidade é maior e você se vê na necessidade de continuar e acompanhar, pois precisa ver onde tudo aquilo vai dar.
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Mesmo parecendo um fato exagerado, é bem verdade que TODOS nós já passamos por isto. Mais de uma vez. E, não me entendam mal, eu adoro séries - de verdade (pois assim, nós podemos acompanhar aquele personagem que te conquistou por muito mais tempo do que um volume único). Mas a questão é: Será que todo livro voltado para o público jovem precisa ser parte de uma série?
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É claro que eu vejo o lado mercadológico da coisa. E, vamos ser bem sinceros, acho que todos nós conseguimos ver. Mas a coisa toda é que nem todos os livros merecem continuações. Alguns simplesmente por serem perfeitos demais, e o fato de ter uma continuação poderia estragar a imagem que aquele primeiro livro trabalhou em você. Outros realmente não precisam de uma continuação, pois tudo que era preciso ser contado foi dito no livro um - ou até mesmo o primeiro livro não foi estas coisas todas, mas fez sucesso, então... É, nós sabemos final.
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Foi por esta razão que eu decidi gravar o vídeo de ''Lista'' deste mês abordando este tema tão polêmico e divergente. Eu consigo claramente ver quando um livro necessita (ou merece) uma continuação... Mas e vocês?! O que pensam sobre o assunto?
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quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Resenha: Feitiço

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''Na Minha Estante'' Assegura: A resenha a seguir está completamente livre de Spoilers... Leia sem Moderação e divirta-se!
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Sinopse:
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Três amigas inseparáveis que, apesar de não possuírem laços sanguíneos e de terem aparência bem diferente, são como irmãs. Frequentam o último ano no mesmo colégio, têm uma banda de rock e nomes perfeitos para virar apelidos: Amanda (Mands), Pamela (Pam) e Analice (Ana). Longe de serem as garotas mais populares da escola, são conhecidas como “bruxinhas”. Não pela aparência, mas pelo seu visual dark. O uniforme do tradicional e luxuoso colégio Hall é bastante tradicional, composto de saia quadriculada, camisa branca e terno preto, mas cada aluno marca seu estilo da forma que achar melhor. As bruxinhas capricham na maquiagem e nos acessórios: sombra e lápis pretos, colares de crucifixo, batom sempre bem escuro. 
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O trio decide fazer um feitiço para tentar trazer de volta à vida o famoso bruxo do século XVII Nicolas Byron. Querem aprender mais sobre as artes das bruxarias. As meninas acham que não deu certo e desencanam, mas no dia seguinte aparece um novato no colégio. O garoto chama a atenção: olhos azuis, alto, cabelo castanho-claro penteado para trás de um jeito meio formal. Rosto bonito, lábios bem contornados, sorriso de tirar o fôlego. Dá para ver, apesar do terno preto, seu belo porte físico. Faz a alegria das alunas nas aulas de educação física, especialmente a de natação. Seu nome é... Nicolas Byron. 
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Agora as bruxinhas ficam com essa dúvida na cabeça: será que este é o famoso bruxo que invocaram ou é apenas uma terrível coincidência de nomes? Para descobrir a verdade, as amigas passam por muitas confusões, situações engraçadas e uma delas se envolve em um romance daqueles, fadado a uma triste maldição. Diversas surpresas as esperam. Será que a maldição será quebrada?

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O que eu achei?
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Quando me perguntam se é mais fácil fazer uma resenha negativa ou positiva, eu sempre falo a mesma coisa: A negativa, afinal nós sempre conseguimos ver melhor os erros do que as qualidades. Querendo ou não, isto é algo que está intrínseco à nós (sem falar que sempre que eu vou falar de um livro que eu gosto muito, eu meio que começo à surtar e não digo nada com nada). Mas a questão aqui é, por mais que seja ''mais fácil'' apontar os erros de um livro, isto não significa que eu goste disso. Muito pelo contrário, já que, quando eu pego um volume da minha estante, ou escolho algum arquivo no meu tablet, eu espero gostar de verdade dele. Não acabar odiando, e achando ele um lixo. 
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Dito isto, acho que agora vocês podem ter um pouquinho de noção sobre como eu me senti com o livro que estou resenhando aqui hoje. Pois, como eu relatei no começo da semana na página do blog no Facebook, sinto como se tivesse me deparado com o primeiro (e genuíno) merecedor do título de ''O Pior Livro que Eu Já Li Em Toda a Minha Vida''. E esta é uma classificação que eu não desejaria dar em nenhum momento, para nenhuma história.  
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Só que, neste caso, eu precisei dar. Fui praticamente forçado à fazer isto. E o ''felizardo'' (só que não) por alcançar esta proeza épica foi ''Feitiço'', livro de romance sobrenatural jovem adulto nacional escrito pela estreante Liza Jones.
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sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Resenha: O Livro das Princesas

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''Na Minha Estante'' Assegura: A resenha a seguir está completamente livre de Spoilers... Leia sem Moderação e divirta-se!
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Sinopse:
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Da mesa da Princesa Mia Thermopolis: 
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Olá, amigos, fãs e companheiros admiradores de princesas (ou eu deveria dizer simpatizantes de princesas?)! Eu mal pude acreditar quando alguém do Brasil permitiu que EU desse uma olhadinha neste livro. Mas acho que faz sentido, já que, além de ser uma princesa, também tenho verdadeira paixão por histórias românticas! Acreditem no que eu digo, este livro tem essas duas coisas de sobra! Mas são releituras contemporâneas, com reviravoltas que farão você dizer owwwwnnnnnn… Uma Cinderela DJ? Rapunzel popstar? Bela é uma supermodelo? E unicórnios em A Bela Adormecida?! Sim, por favor! Mais, mais. POR FAVOR. Não se preocupem, tem mais. Muito mais. Eu amei, e vocês também vão! 
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ps: Sim, você também vai amar, Tina Hakim Baba. Pode pegar meu exemplar emprestado quando eu terminar de ler. Não, melhor: compre o seu. Assim você vai poder ler de novo e de novo, como eu pretendo fazer.
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Sinceramente, Sua Alteza Real, Princesa Mia Thermopolis.
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O que eu achei?
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Quando eu soube do lançamento deste livro, eu fiquei bastante animado... Nem tanto pelo lance da releitura dos Contos de Fadas (sério, nunca fui muito chegado nas histórias das Princesas - apenas nas origens macabras delas), mas sim por saber quem faria parte desta antologia. Não é segredo nenhum que eu sou fã de carteirinha da Meg Cabot, e que simplesmente amo os livros da Paula Pimenta - então, ao ver que as duas estariam juntas em um único volume, eu meio que pirei, tamanha a minha empolgação.
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Minha oportunidade para comprar a antologia só surgiu quase 3 meses após a publicação dela, mas - como o esperado - eu parei tudo o que estava fazendo para ler (e, apesar dos pesares, não me arrependi). Quero dizer, nem tudo foram as mil maravilhas (eu vou explicar melhor mais embaixo), mas foi um livro divertido, leve e bem fofo e que fez o meu fim de semana. 
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Assim, como todos os livros que me marcam de uma forma (seja positiva ou negativa), achei que ''O Livro das Princesas'' merecia uma resenha aqui no blog. E, por isso, eu fiquei um bom tempo pensando em como fazer para falar de cada conto individualmente, sem ficar cansativo. Então, seguindo o exemplo da Mah, do TOC por Leitura, eu vou contar as minhas impressões de leitura de uma forma mais dinâmica, dando uma nota individual para cada história... Pois, como vocês poderão ver à seguir, este foi um livro que me deixou bastante dividido pois, ao mesmo tempo em que ele possui narrativas incríveis, ele também contém uma releitura que quase me fez jogar o exemplar pela janela. Yeap.
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sábado, 16 de novembro de 2013

Coluna: Da Estante Para as Telonas #8

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''Na Minha Estante'' adverte: A resenha a seguir pode conter Spoilers ocasionais da trama abordada... Não que vá interferir em alguma coisa, mas é só para não falarem que eu não avisei!
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Sinopse:
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Este é o segundo volume da trilogia Jogos Vorazes, baseada nos romances de Suzanne Collins. A saga relata a aventura de Katniss (Jennifer Lawrence), jovem escolhida para participar aos "jogos vorazes", espécie de reality show em que um adolescente de cada distrito de Panem, considerado como "tributo", deve lutar com os demais até que apenas um saia vivo. Neste segundo episódio da série, após a afronta de Katniss à organização dos jogos, ela deverá enfrentar a forte represália do governo local, lutando não apenas por sua vida, mas por toda a população de Panem.
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Trailer do Filme:
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O que eu achei?
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Eu tentei. Eu juro que tentei fazer um post sobre ''Em Chamas'' todo bonitinho, como sempre faço, com uma abordagem mais técnica e crítica do filme, mas não consegui - e não tenho vergonha de dizer que falhei miseravelmente nisto. Eu realmente tentei deixar o meu lado fã de lado, mas simplesmente não consigo. É maior do que eu, e nem sei como explicar. Até por que, o próprio filme não me permitiu isto. 
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Já faz quase um dia desde que assisti a adaptação do segundo livro da trilogia ''Jogos Vorazes'' para as telonas, e ainda não digeri tudo devidamente... As cenas continuam rodando na minha mente. Eu continuo surtando. E nenhuma ideia sai de forma coerente. Então eu decidi gravar um vídeo, onde eu poderia surtar e falar à vontade... E fiz isto tão bem, que ele quase alcançou a marca de 30 minutos. 
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É lógico que, depois de ver o resultado final, eu tive que editar tudo - pois não era possível colocar aquilo no ar. Eu estava descontrolado demais (e soltando spoilers demais). Então, como eu preservo bastante a minha vida, consegui deixar a minha crise de fã disfarçada de resenha com uma duração mais apropriada - e com um conteúdo mais seguro para o público em geral. Mas desde já eu aviso: Sim, eu fui bastante tendencioso na minha avaliação. Mas como disse antes, não tive escolha... Este filme f#dástico não me permitiu. Yeap.
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