quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Resenha: Redenção de um Cafajeste

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''Na Minha Estante'' Assegura: A resenha a seguir está completamente livre de Spoilers... Leia sem Moderação e divirta-se!
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Sinopse:
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Em Redenção de um cafajeste, a autora narra a história de Arthur, empresário, dono de uma das revistas masculinas mais escandalosas do país, que conhece Maiana, garota humilde, que sonha terminar a faculdade e ser professora. Eles que pertencem a mundos completamente diferentes, mas estão prestes a descobrir tudo o que têm em comum. 
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Enquanto a recatada Maiana leva uma vida simples, de privações, Arthur, o herdeiro de um conglomerado de revistas, sabe tirar proveito do que conquistou: dinheiro, poder, mulheres à vontade e muito sexo. Para Arthur, os fins justificam os meios. É capaz de passar por cima do que for necessário para conseguir o que deseja, sem nunca abrir mão do controle que exerce sobre si mesmo e os outros, especialmente as mulheres. Todavia, um incidente coloca Maiana em seu caminho, e ele se vê refém de sentimentos incontroláveis. Tem início um perigoso jogo de sedução que fará com que os dois experimentem prazeres inesgotáveis, transpondo os limites entre o amor e a dor. Neste conto de fadas contemporâneo, repleto de erotismo e paixão, Nana Pauvolih coloca os leitores diante de uma história de amor em que a Gata Borralheira e o Príncipe Encantado se alternam no papel de salvador e vítima. 
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Confirmando o talento da autora, nome frequente em listas de vendidos, o primeiro romance da trilogia Redenção provocará suspiros e intensas emoções. E este é apenas o começo.
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O que eu achei?
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Acho que ouço um coro de Aleluia, pois FINALMENTE - depois de TRÊS longos meses - consegui finalizar "Redenção de um Cafajeste", de Nana Pauvolih... Eu ganhei o livro de cortesia no Skoob, achei que seria uma leitura rápida, mas yeap, não foi. "Redenção" sofre do mesmo mal que muitas outras histórias do gênero que eu tentei ler: Um livro longo, para uma história que poderia ter sido contada muito bem em apenas 250 páginas. Mesmo sendo em primeira pessoa, mesmo tendo múltiplos pontos de vista, a narrativa consegue ser arrastada e cansativa - e sim, isto é um problema terrível.
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Coluna: Book Haul [Julho 2015]

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O Book Haul é uma postagem originada da antiga coluna do blog ''Meu Carrinho'' - um vídeo-post inspirado no meme ''Minha Caixa de Correio'', do blog literário ''The Story Siren'', onde eu comento um pouco sobre as minhas compras literárias, e o que achei de cada uma delas. 
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Clique no player abaixo para assistir:
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quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Resenha: Naomi & Ely e a Lista do Não Beijo

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''Na Minha Estante'' Assegura: A resenha a seguir está completamente livre de Spoilers... Leia sem Moderação e divirta-se!
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Sinopse:
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A quintessência da história da menina que gosta de menino que gosta de meninos. Uma análise bem-humorada sobre relacionamentos.Naomi e Ely são amigos inseparáveis desde muito pequenos. Naomi ama Ely e está apaixonada por ele. Já o garoto, ama a amiga, mas prefere estar apaixonado, bem, por garotos. 
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Para preservar a amizade, criam a lista do não beijo — a relação de caras que nenhum dos dois pode beijar em hipótese alguma. A lista do não beijo protege a amizade e assegura que nada vá abalar as estruturas da fundação Naomi & Ely. Até que... Ely beija o namorado de Naomi. E quando há amor, amizade e traição envolvidos, a reconciliação pode ser dolorosa e, claro, muito dramática.
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O que eu achei?
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Sim, eu confesso: David Levithan é um dos autores que se encaixam perfeitamente na minha categoria de "Mixed Feelings". Às vezes eu amo (como nos casos de "Will Grayson", e "The Lover's Dictionary", e principalmente "Dois Garotos se Beijando"), e outras vezes eu não acho nada demais (como "Garoto Encontra Garoto", um caso que foi bem triste - para falar a verdade). Entretanto, com "Naomi & Ely e a Lista do Não Beijo", seu mais recente livro lançado por aqui no Brasil em parceria com a amiga (e co-autora de longa data) Rachel Cohn, ele foi exatamente o que eu precisava no momento: Divertido, leve, e completamente refrescante.
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segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Coluna: Diários de Leitura #41 - Julho 2015

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O Diários de Leitura é um post que foi livremente inspirado na coluna ''Resumo da Semana'', do blog Mon Petit Poison - onde eu falo um pouquinho sobre o que eu li durante o mês e sobre os livros resenhados no Canal.
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Clique no player abaixo para assistir:
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sábado, 8 de agosto de 2015

Resenha: Brilhantes

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''Na Minha Estante'' Assegura: A resenha a seguir está completamente livre de Spoilers... Leia sem Moderação e divirta-se!
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Sinopse:
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Pessoas com poderes especiais numa trama que envolve conspiração, política e terrorismo. A partir de 1980, um por cento das crianças nascidas no mundo começou a apresentar sinais de inteligência avançada. Essa parcela da população, chamada de “brilhantes”, é vista com muita desconfiança pelo restante da humanidade, que teme a forma como esse dom pode ser usado.

Nick Cooper é um deles, um agente brilhante treinado para identificar e capturar terroristas superdotados. Seu último alvo está entre os mais perigosos que já enfrentou: o responsável pelo maior ataque terrorista dos últimos tempos, na bolsa de Nova York, que pretende começar uma guerra civil. Para capturá-lo, Cooper precisa se infiltrar em seu mundo e ir contra tudo em que acredita.

"Brilhantes", de Marcus Sakey, apresenta um universo ao mesmo tempo perturbador e incrivelmente semelhante ao nosso, onde um dom pode se tornar uma maldição.
 
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O que eu achei?
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Fazem dois dias que terminei "Brilhantes", e precisei de todas as 48 horas para pensar a respeito do livro, e saber o que senti DE VERDADE ao ler o primeiro volume da duologia homônima. Dizer que ele foi o que eu esperava seria uma bela de uma mentira, pois de forma alguma ele foi o que eu esperava. Por ser um livro da Galera, que é um selo voltado ao público Jovem Adulto e Novo Adulto, eu acreditei que o romance era um YA ou NA. Mas ele não é. Na verdade, ele é um livro adulto em toda a sua concepção. Nos temas políticos que a trama traz, na história em si, nos personagens... Não existe confusão ao classificá-lo desta forma. E claro que ele ser um livro adulto não significa que seja um problema - pois não é. Mas isto me pegou de surpresa, pois não era o livro que eu esperava ler no momento em que ele chegou aqui em casa.
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Vejam bem, o que eu esperava - e o que eu tinha interpretado pela sinopse - seria uma aventura sci-fi, mais puxado pelo lado X-Men da coisa, com um protagonista jovem... E não é exatamente desta maneira. A estrutura do livro lembra muito mais um roteiro de filme policial. Tem ação ali, e muitas cenas são frenéticas - mas o desenvolvimento da narrativa não é rápido. Os "Brilhantes", estes gênios super dotados que mudaram a história do mundo a partir dos anos 80, são muito mais pessoas com uma inteligência muito além da média do que mutantes com dons sobre-humanos. E o protagonista, o agente Nick Cooper, é um destes "anormais", pai de dois filhos e separado. Então, sim, isto foi um choque. E, em um primeiro momento, eu precisei me situar com a verdadeira história do livro e mudar completamente as minhas expectativas com relação a ele.
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